GNV prejudica o motor do veículo

Pergunta:
Olá mto Boa noite!Lembra das falhas no meu corsa?Pois bem,resolvido o problema,era somente a bobina,fiz a troca e resolveu.Qria sabr se é vrdad q o GNV prejudica o motor do veículo pois qria trocar por causa da economia.Obrigado desde ja.
(Colado e copiado exatamente igual foi recebido)



Como eu suspeitava, a bobina de ignição é o principal componente do sistema de ignição, para preservá-la, mantenha em ordem os cabos e velas de ignição.

Quanto ao GNV, na minha opinião, é preciso fazer os cálculos para ver se a economia que ele terá valerá a pena, pois o uso desse combustível esta ligado ao prévio desgaste de componentes da suspensão, embreagem, sistema de arrefecimento, ignição, bomba de combustível, bicos injetores e o cabeçote. Não dá para prever quanto será a diminuição da vida útil dos componentes, pois isso depende de muitos fatores. Mas é preciso que você saiba que os fabricantes de autopeças não dão garantias para veículos movidos a GNV. Fabricantes de embreagens por exemplo.

Então, avalie bem os custos e a economia que você vai fazer. Geralmente, quem usa muito, como taxistas, podem ter alguma economia. Os demais usuários sé tem dor de cabeça, mas essa é a minha opinião, há outras opiniões que podem ser levadas em consideração.
Ou seja o GNV pode dar lucro ou prejuízo. Não esqueça de considerar o investimento inicial em seus cálculos e lembre-se que há vários preços para kits de GNV, portanto vários graus de qualidade, informe-se o máximo que puder.


Motor de Partida (Arranque)











1-Fucinho e Tampa (mancais Dianteiro e Traseiro)
2-Impulsor (Bendix)
3-Indusido
4-Bobina de Campo
5-Porta escovas/escovas
6-Automático de partida (Solenoide de pardida)

Foto da Internet, site pt.wikipedia.org

O motor de partida, ou motor de arranque, como também é conhecido, antigamente era enorme, bem maior do que os atuais. Isso por que os motores dos carros também eram enormes e suas peças pesavam muito, o que resultava em uma grande inércia que o motor de partida tinha que mover até o motor pegar.

Atualmente os motores, embora tenham taxas de compressão bem mais elevadas, ficaram menores, com peças mais leves, tornando a força necessária para movimenta-las bem menor, além disso atualmente o avanço da ignição é controlada com muita precisão, eletronicamente, praticamente cilindro a cilindro e durante a partida é zero, contribuindo para diminuir o esforço na partida.

Quem já viu uma tentativa de ligar um motor, desses mais antigos, com distribuidor e controle à vácuo e centrifugo, em que o avanço inicial estava adiantado, viu como o motor de partida sofre, pois tem que vencer, além do peso das peças, a expansão dos gases iniciada antes da hora.

E não podemos esquecer das baterias automotivas, que embora o princípio de funcionamento ainda seja o mesmo de Alessandro Volta, ela evoluiu e pode fornecer grandes picos de corrente continua, mantendo-se por mais tempo carregada.

Com tudo isso o motor de partida foi um dos componentes que mais diminui de tamanho e aumentou a potência sem alterar seu principio de funcionamento desde que foi inventado por Boss Ket, fundador da Delco e o sistema elétrico integrado.

Suspensão sofre nas estradas e ruas do Brasil

Praticamente metade (49,9%) das rodovias brasileiras tem algum tipo de problema, sendo classificadas com ruim ou péssima pela Pesquisa CNT de Rodovias 2014 (veja a pesquisa). Isso quer dizer que apresentam buracos, trincas, afundamentos, ondulações, entre outros problemas. O relatório da pesquisa é bem detalhado e mostra uma realidade bem dura para as estradas o que acredito não é diferente das ruas das cidades.


Essas péssimas condições comprometem a segurança de quem vai dentro e fora do carro e ainda causa um aumento nos gastos com a manutenção do veículo, principalmente com suspensão, pneus e freios.


Para minimizar os estragos na suspensão, a dica é, em locais de pavimentação ruim, diminuir a velocidade e ter muito cuidado para entrar e sair de buracos e saliências, procurando exigir o menor esforço possível dos componentes.


Além dos desgastes nos componentes da suspensão, amortecedor, mola, pivô, terminais, caixa de direção, entre outros, tem também um aumento de consumo de combustível.

Os fabricantes de amortecedores, como a Monroe e Cofap, recomendam que seja feito uma checagem da suspensão a cada 10.000 km. Mas se o veículo apresenta algum tipo de sintoma como, solavancos, barulhos, saída em curvas, perda do contato do pneu com o solo, aconselho a fazer imediatamente.

Câmbio Automático e muito mais

Para pres­tar um ser­vi­ço de qua­li­d­ade no con­ser­to de câm­bio auto­má­ti­co é pre­ci­so co­nhe­cer to­dos os sis­te­mas de um veí­cu­lo.
O di­ag­nós­ti­co de de­fei­tos, pre­ci­sa ser fei­to com ba­se no com­por­ta­men­to de to­dos os sis­te­mas, pois es­tão in­ter­li­ga­dos.
Um de­fei­to de mo­tor ou in­je­ção ele­trô­nica, por e­xem­plo, a­fe­ta o fun­cio­na­men­to do câm­bio auto­má­ti­co. Na Akikar Au­to Me­câ­ni­ca po­de­mos o­fe­re­cer uma so­lu­ção com­ple­ta para a ma­nu­ten­ção do seu veí­cu­lo, se­ja com câm­bio au­to­má­ti­co ou com câm­bio ma­nu­al.

Câmbio Automático AL4


O câmbio automático AL4 é um cambio de 4 marchas desenvolvido em conjunto pela Citroen e Peugeot e Renault. É controlado eletronicamente por um programa desenvolvido pela Siemens. É montado transversalmente e pode transmitir até 210 N.m de torque.



É um excelente câmbio automático, mas serviços paliativos como troca de eletroválvulas com a substituição parcial do óleo por óleo grosso e regulagem sem padrão das pré-cargas de molas de regulagens de pressão, tem feito com que esses câmbios fiquem com a má fama de problemáticos.



As eletroválvulas, realmente podem apresentar defeitos, como qualquer eletroválvula de outro câmbio. Mas não são responsáveis por todos os defeitos. Senão, por que trocar o óleo por outro mais grosso? Isso causa um monte de problemas, lubrificação deficiente, troca de calor inadequada, sem falar de outras características, como antiespumante por exemplo. Na verdade o óleo é trocado por um mais grosso para "tirar" os desgastes de outros componentes.

Porque o custo de conserto de câmbio automático é tão alto?
Não há dúvida sobre isso, consertar cambio automático é muito caro. Mas não vai parecer tão caro se for considerado o que esta envolvido em um reparo de câmbio automático.

Câmbios automáticos consistem em centenas de componentes individuais. Durante o processo de reparação, cada um é desmontado, limpo e inspecionado para verificar se ainda estão dentro das tolerâncias exigidas. As peças gastas ou danificadas são reparadas ou substituídas.
Em seguida, cada parte é montada em sub-conjuntos. Cada sub-conjuntos é ajustado e testado. Então os sub-conjuntos são montados da caixa do câmbio automático e todos os ajustes e testes são realizados novamente.
Depois de montado, o câmbio automático é reinstalado no veículo. E novamente novos testes e ajustes são necessários.
Se isso não bastasse, os câmbios automáticos são controlados eletronicamente e isso torna as coisa um pouco mais complicadas e trabalhosas. Todos os sistemas do veículos estão interligados e problemas em outros sistemas, como o motor ou ABS, podem definir defeitos no funcionamento do câmbio automático.
Tudo isso requer mão de obra muito especializada e peças de primeira linha. E ainda não consideramos que no Brasil todos as peças são importadas e seus preços estão de certa forma atrelados a política econômica.
E ainda devemos considerar que tudo ainda pode ficar mais caro, pois no mercado brasileiro a manutenção de câmbio automático esta em expansão e muitas pessoas estão se aventurando, com apenas conhecimentos adquiridos em cursos baseados em teoria e manuais traduzidos sem aprofundamento nos conhecimentos técnicos necessários, são pessoas que não conhecem mecânica básica e seus fundamentos, bem como não conhece outros sistemas de um veículo.
Muitas soluções paliativas são oferecidas e justificadas tecnicamente por boletins mal interpretados.
Consertos parciais, no câmbio automático não funcionam, só trazem prejuízos para os profissionais e principalmente para o proprietário do veículo, que muitas vezes por desconhecimento ou necessidades pessoais são levados a esse erro.

Para qualquer serviço em manutenção, o barato é aquele que resolve, outras soluções podem sair muito caro. E um agravante é que muitas vezes soluções parciais ou erradas funcionam por um período de tempo, fazendo parecer que estavam certas. Não há histórico dos resultados. Ou o que é pior, esses resultados não são divulgados.

Conversor de Torque do Cambio Automático - Como funciona

Quando falo para o proprietário de carro com câmbio automático sobre o conversor de torque, vejo que muitos não conseguem visualizar seus componentes e funcionamento. Não poderia ser diferente, é um componente construtivamente até que simples, porém com funcionamento complexo.
As principais funções do conversor são:
  • Transmitir a energia entre o Motor e o Câmbio Automático dentro de uma ampla variedade de formas de condução do veículo.
  • Permitir que o motor permaneça em funcionando em marcha lenta, por exemplo, quando parado em um semáforo.
  • Suavizar o funcionamento do conjunto absorvendo  vibrações, trepidações, trancos.
  • Multiplicar o torque nas acelerações e situações de carga, como no aumento de velocidade e nas saídas a partir de uma parada.
  • Bloquear deslizamentos em situações de pouca carga e velocidades constantes, para gerar economia de combustível e baixa emissões.
Na Akikar Auto Mecânica o Conversor de Torque é considerado parte do câmbio automático e sua inspeção, limpeza e reforma, são itens obrigatórios dentro dos procedimentos básicos mínimos de reforma e conserto de câmbio automático, visando qualidade, garantia e a satisfação com o resultado do trabalho, para o cliente e para nós.

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Quer saber mais sobre conserto de câmbio automático? Quer ter uma ideia de custo? Ligue para a Akikar Auto Mecânica: (11) 4127-7605